*Educação Infantil*Um trabalho apaixonante...

ESCOLA DE EDUC. INFANTIL " MARIA MONTESSORI"R: Serra de jairé, 1465 Fone: (11) 2268. 4931 // 3455.0925 //// 3562.1741 email: montessoritania@gmail.com ( 27 anos de experiência!!)

17/4/10

Voltei!!!

                                   Aos meus amigos blogueiros queridos.... voltei !!! Agradeço o carinho que sempre recebi de todos vocês... com a presença constante e comentários enriquecidos de agradecimento, conhecimento,  troca de experiências, amizade, oferecendo minha humilde colaboração educacional. Voltei...para trocarmos ainda mais  trabalhos, experiências, didáticas e estratégias , assuntos educacionais...que tanto me apaixonam e encantam !!!!   OBRIGADA.....Sempre !!! segue uma oração ...para iniciarmos nosso retorno!!!

ORAÇÃO DO AMORSenhor, Ilumina meus olhos Para que eu veja os defeitos da minha alma E vendo-os para que eu não comente os defeitos alheios.
Senhor, Leva de mim a tristeza E não a entregueis a mais ninguém... Encha meu coração com a divina fé, Para sempre louvar o vosso nome E arranca de mim o orgulho e a presunção.
Senhor, Faze de mim um ser humano realmente justo... Dá-me a esperança de vencer Todas as minhas ilusões Planta em meu coração Somente o mais nobre amor E ajuda-me a fazer feliz O maior número possível de pessoas, Para ampliar seus dias risonhos E resumir suas noites tristonhas...
Transforma meus rivais em companheiros, Meus companheiros em amigos Meus amigos em entes queridos...
Não permita que eu seja um cordeiro perante os fortes Nem um leão perante os fracos...
Dá-me, Senhor, O sabor de Perdoar E afasta de mim qualquer desejo de vingança, Mantendo sempre em meu coração Somente o Amor.
 
 
 
 

Um forte abraço

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    21:06:34 — Filed under: Sem categoria — Tags:

20/9/08

Algumas Brincadeiras de Alto Valor Didático.

   
                                  Brincar é muito legal!

Para as crianças, brincar é muito mais do que simplesmente diversão. As atividades lúdicas têm papel fundamental no desenvolvimento do crescidinho e o ajudam a compreender melhor o mundo em que vive. É através das brincadeiras que a criança começa a separar a fantasia da realidade e a extravasar os mais diversos sentimentos. Interagindo com os brinquedos, ela também desenvolve importantes habilidades motoras e intelectuais com mais facilidade.

Criatividade, lógica, relacionamento em equipe, sociabilidade, maturidade emocional e concentração são apenas alguns dos benefícios promovidos por uma boa brincadeira. Para comprovar, faça o teste: deixe seu filho brincar livremente e fique observando.

Você vai perceber que muitas das situações que ele cria têm relação com suas experiências recentes. O modo como a criança interpreta essas vivências nas brincadeiras demonstra como ela está lidando com essas experiências e pode até ajudar os pais a conhecerem melhor seu crescidinho.

A importância dos brinquedos

Enquanto os bonecos e brinquedos de montar dão asas à imaginação, os jogos exigem raciocínio. Diante dos resultados, seu filho aprenderá que existe o ganhar e o perder e aceitará esses dois conceitos. Se a brincadeira for em grupo, ele ainda aprende a importância de trabalhar em equipe e pratica a sociabilidade.

Até mesmo os videogames e jogos de computador, que geram tanta controvérsia entre pais e educadores, podem ser bastante úteis nesse processo. Eles também estimulam o raciocínio e os reflexos e podem até auxiliar no processo de alfabetização, se forem escolhidos com cuidado pelos pais.


E não podemos nos esquecer da principal função dos brinquedos, pelo menos para os crescidinhos: eles divertem e relaxam a criança. Essa "pausa" nas atividades diárias é muito importante para que o pequeno se distancie dos conflitos que enfrenta diariamente e reorganize as idéias. Mais tranqüilo, ele assimilará melhor os novos aprendizados.

Porém, a idade do crescidinho deve ser considerada na hora de comprar brinquedos. Crianças muito novas podem engolir peças pequenas ou se machucar com brinquedos destinados a outras faixas etárias. Além disso, os baixinhos se desenvolverão melhor com estímulos adequados à sua idade.

Entre os três e os cinco anos de idade, as fantasias estão fervilhando na cabecinha das crianças. É a fase do faz-de-conta e de representar sua interpretação do cotidiano nas brincadeiras. Aproveite para estimular ainda mais a imaginação do seu crescidinho contando histórias, fazendo teatrinhos e mostrando livros ilustrados.

É interessante presenteá-lo com brinquedos que incentivem a criatividade e a fantasia, como massas de modelar, material de pintura e desenho, livros, carrinhos, bonecas, ferramentas de brinquedo, máscaras, quebra-cabeças, instrumentos musicais e fantoches, entre outros.

E a participação dos pais nas brincadeiras é mais do que bem-vinda. As crianças adoram dividir as descobertas e, junto dos pais, aproveitam ainda mais a brincadeira.

Divirtam-se! 

Boa Pesquisa !!!!

Professora Tânia Juliani





        

criado por montessoritania    19:04:34 — Filed under: Sem categoria

Gestão democrática

Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediados pelo mundo”. Paulo Freire

Os artigos 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e 22 do Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolares e locais em conselhos escolares. Devemos enfatizar então que a democracia na escola por si só não tem significado. Ela só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção de democratização da sociedade.

Na Gestão democrática deve haver compreensão da administração escolar como atividade meio e reunião de esforços coletivos para o implemento dos fins da educação, assim como a compreensão e aceitação do princípio de que a educação é um processo de emancipação humana; que o Plano Político pedagógico (PPP) deve ser elaborado através de construção coletiva e que além da formação deve haver o fortalecimento do Conselho Escolar.
A gestão democrática da educação está vinculada aos mecanismos legais e institucionais e à coordenação de atitudes que propõem a participação social: no planejamento e elaboração de políticas educacionais; na tomada de decisões; na escolha do uso de recursos e prioridades de aquisição; na execução das resoluções colegiadas; nos períodos de avaliação da escola e da política educacional. Com a aplicação da política da universalização do ensino deve-se estabelecer como prioridade educacional a democratização do ingresso e a permanência do aluno na escola, assim como a garantia da qualidade social da educação.

As atitudes, os conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades e competências na formação do gestor da educação são tão importantes quanto a prática de ensino em sala de aula. No entanto, de nada valem estes atributos se o gestor não se preocupar com o processo de ensino/aprendizagem na sua escola. Os gestores devem também possuir habilidades para diagnosticar e propor soluções assertivas às causas geradoras de conflitos nas equipes de trabalho, ter habilidades e competências para a escolha de ferramentas e técnicas que possibilitem a melhor administração do tempo, promovendo ganhos de qualidade e melhorando a produtividade profissional. O Gestor deve estar ciente que a qualidade da escola é global, devido à interação dos indivíduos e grupos que influenciam o seu funcionamento. O gestor, que pratica a gestão com liderança deve buscar combinar os vários estilos como, por exemplo: estilo participativo que é uma liderança relacional que se caracteriza por uma dinâmica de relações recíprocas; estilo perceptivo/flexível que é uma liderança situacional que se caracteriza por responder a situações específicas;estilo participativo/negociador que é uma liderança consensual que se caracteriza por estar voltada a objetivos comuns, negociados; e estilo inovador: que é uma liderança prospectiva que se caracteriza por estar direcionada à oportunidade, isto é, à visão de futuro. O gestor deve saber integrar objetivo, ação e resultado, assim agrega à sua gestão colaboradores empreendedores, que procuram o bem comum de uma coletividade.

Boa Pesquisa !!!!

 

Professora Tânia juliani

criado por montessoritania    18:55:27 — Filed under: Sem categoria

18/9/08

abertura de vagas para 2009

 

Olá meus amigos Blogueiros!!!!

Estaremos abrindo processo de seleção, em nossa escola, para os seguintes cargos :

Professor de Educação Artística

Professor de Música

Professor de Educação Infantil

Berçarista

Serviços gerais

Solicitamos que nos envie seu curriculum, com foto, para o email:

montessoritania@gmail.com

Obrigada !!

" A escolha da escola é sempre um momento importante na vida do aluno e de sua família. A Opção por educação de qualidade ,responsabilidade e seriedade, está presente na Escola de Educação e Orientação Infantil Maria Montessori "

Professora Tânia Juliani

criado por montessoritania    11:57:04 — Filed under: Sem categoria

30/6/08

Origem da Festa Junina

                                           Origem da Festa Junina        

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

Então.... Boa Festança !!!!

Um abraço...

Professora Tânia Juliani


 

 

criado por montessoritania    08:30:06 — Filed under: Sem categoria

29/5/08

Desenvolvimento Infantil


Criança
Uma criança é um ser humano que começa a desenvolver-se. São chamadas de nenê ou recém-nascido do nascimento até 1 mês; bebê, quando tem idade entre 1 mês e 18 meses, e criança quando tem entre 18 meses até 12 a 14 anos, aproximadamente. O ramo da medicina que cuida do desenvolvimento e das doenças e traumas em crianças é a pediatria. A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo segundo ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcada por gradual crescimento da altura e do peso da criança - especialmente nos primeiros 3 anos de vida e nos anos que antecedem a adolescência. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa, e da adquisição das bases de sua personalidade.

Estágios da infância
A infância é um período na qual a criança cresce fisicamente e matura-se psicologicamente. Após isto, vêm a adolescência. Embora em várias crianças ocorre o que se chama de puberdade precoce, deve-se esclarecer que tais crianças ainda não têm maturidade o suficiente para serem consideradas como adolescentes, mesmo tendo um porte físico de um(a). Desde o nascimento até o início da adolescência, os pais são os principais modelos da criança, com que elas aprendem,principalmente por imitação. Filhos de pais que os abusam ou negligiciam tendem a sofrer de vários problemas psicológicos, inclusive, depressão.

0 - 18 meses
= bebê engatinhando.
Neste estágio, o bebê é totalmente dependente de terceiros (geralmente, os pais) para quaisquer coisas como locomoção, alimentação ou higiene. Neste período, o bebê aprende atos básicos de locomoção como sentar, engatinhar, andar. Até mais ou menos o sexto mês de vida, o principal alimento do bebê é o leite, de preferência, leite materno.. Após o sexto mês de vida, a dieta alimentar de um bebê começa a variar, com a introdução lenta e gradual de novos alimentos.
Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras. Este período é caracterizado pelo egocentrismo pois o bebê não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo.

18 meses - 3 anos
A pequena criança neste estágio cresce menos do que durante os primeiros 18 meses de vida. A criança, então, pode correr uma curta distância por si mesma, comer sem a ajuda de terceiros, e falar algumas palavras que têm significado (por exemplo, mamãe, papai, bola, etc), e a expectativa é a criança continue a melhorar estas habilidades.
O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos 3 anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas (e correta gramaticalmente) usando palavras já aprendidas, e possui um vocabulário de aproximadamente 800 a 1 000 palavras.
A criança lentamente passa a compreender melhor o mundo à sua volta, e a aprender que neste mundo há regras que precisam ser obedecidas, embora ainda seja bastante egocêntrica consigo mesma - comumente vendo outras pessoas mais como objetos do que pessoas, não sabendo que estas possuem sentimentos próprios. Assim sendo, a criança muitas vezes prefere brincar sozinha do que com outras crianças da mesma faixa etária. No final desta faixa etária, uma criança geralmente já sabe diferenciar pessoas do sexo masculino e pessoas do sexo feminino, e também já começa a ter suas próprias preferências, como roupa e entretenimento, por exemplo. Pode também ser capaz de vestir-se a si própria, bem como pode antecipar acontecimentos.

3 - 5 anos
Crianças na educação infantil .

Crianças desta faixa etária começam a desenvolver os aspectos básicos de responsabilidade e de independência, preparando a criança para o próximo estágio da infância, os anos iniciais de escola. As crianças desta faixa etária são altamente ativos, em geral, constantemente explorando o mundo à sua volta. As crianças passam também a aprender que na sociedade, existem coisas que eles podem ou não fazer.
Nesta faixa etária, a criança já compreende melhor o mundo à sua volta - tornando-se gradualmente menos egocêntrica - e melhor compreendendo que suas ações podem afetar as pessoas à sua volta. Também passam a compreender que outras pessoas também possuem seus próprios sentimentos. Assim sendo, as crianças gradualmente aprendem sobre a existência de padrões de comportamentos - ações que podem ou devem ser feitas, e ações que não devem ser feitas. Os pais da criança - os principais modelos da criança, nesta faixa etária - geralmente determinam se uma dada ação da criança foi boa ou má, e muitas vezes recompensando a criança pelas suas boas ações e castigando a criança pelas suas más ações.
Crianças, a partir dos 3 anos de idade, também passam a aprender padrões de comportamento de um processo chamado identificação. As crianças passam a identificar-se com outra pessoa por causa de vários motivos, incluindo laços de amizade (um amigo ou uma pessoa próxima como outro parente ou uma babá, por exemplo) e semelhanças físicas e psicológicas. Também a partir dos 3 anos de idade que as crianças passam a ver diferenças entre pessoas do sexo masculino e feminino, tanto nos aspectos físicos e psicológicos, como também os esteriótipos dados a ambos os sexos pela sociedade (exemplos: menino brinca com bola, menina brinca com boneca).
A grande maioria das crianças abandona as fraldas nesta faixa etária. A partir dos 3 anos de idade, a criança cresce lentamente, em contraste com o crescimento acelerado ocorrido entre 0 até os 18 meses de vida. Meninos e meninas têm peso e altura semelhantes.




O tipo de auto-imagem formada durante a infância pode influenciar o comportamento desta pessoa na adolescência e na vida adulta. As crianças passam a desenvolver a auto-imagem após os 3 anos de idade, à medida de que as crianças identificam-se com seus pais, parentes, e posteriomente, pessoas próximas. Esta auto-imagem pode ser positiva ou negativa, dependendo das atitudes e das emoções das pessoas com a qual a criança identifica-se. Crianças com auto-imagens positivas geralmente possuem boas impressões de seus pais e uma ativa vida social; já auto-imagens negativas podem ser fruto de abuso infantil cometidos por parentes ou outros adultos, bem como problemas socio-psicológicos (vítima de agressão na escola, por exemplo) e o testemunho de outros traumas (perda de um parente ou amigo, por exemplo. A comparação que uma criança faz em relação à outras crianças pode alterar esta auto-imagem.Os dentes de leite começam a cair no sexto ano de vida, um por um, até a adolescência. O crescimento de peso e altura é pequeno e semelhante entre meninos e meninas, que continuam a ter peso e altura semelhantes. Quanto à força física, em teoria, meninos e meninas desta faixa etária têm força física semelhante, mas, meninos, por geralmente serem mais incentivados pelos pais a participar de atividades físico-esportistas, tendem a ter um pouco mais de força física do que as meninas.

Boa Pesquisa!!!!

Um abraço...

Profª Tânia Juliani


 

criado por montessoritania    07:23:11 — Filed under: Sem categoria

22/5/08

10 Passos para um eficaz desenvol/o tecnológico


10 Passos para um eficaz desenvolvimento tecnológico de uma equipe de professores ou de profissionais do ensino.

Como formar de modo adequado uma equipe de profissionais de tecnologia e professores, tem sido um grande problema para as Instituições. Analise essa abordagem. Fábulas  para Download

INTRODUÇÃO: 

Como fazer para desenvolver um plano para o uso da tecnologia se os professores não sabem o que eles não sabem?
Um plano para desenvolver uma equipe e que envolva uma variedade de oportunidades de atualização profissional baseados em planos de aprendizagem individuais, é mais apropriado para ser aplicado a professores, apenas se eles tiverem convicção que vão levar o que aprenderam para as salas de aula.
Elabore um plano onde todos os chefes de equipe contribuam com sugestões. Ao sentir que são ouvidos, eles se sentirão proprietários do plano e vão se empenhar em sua implementação.
Será preciso levar em conta os diferentes modos de aprendizagem de adultos e estudantes. Adultos, baseados em suas experiências ou pontos de vista, já podem saber o que é e o que não adequado dependendo da situação que se apresente.
Qualquer uso de tecnologia será relevante no planejamento e desenvolvimento escolar.

MÃOS À OBRA:

A lista a seguir, inclui 10 estratégias para fazer o desenvolvimento profissional em sua escola expressivo ou mesmo específico, de modo a atender a todas as necessidades do seu quadro técnico e de alunos.
1. Determine um sub-comitê para desenvolvimento da equipe como parte do comitê tecnológico da escola, com representantes de todos os departamentos, coordenadores de turmas, administração, consultores externos, técnicos, pessoal do escritório e estudantes.


2. Apresente alguns exemplos de como a tecnologia pode ser usada na sala de aula. Peça sugestões ao seu pessoal. Utilize um formulário em aberto, para lhes perguntar sobre suas necessidades, problemas, medos, objetivos e sobre o que eles querem aprender, e sonhos e projetos para os seus alunos envolvendo tecnologia. Forme pequenos grupos onde eles vejam onde estão agora e onde vão estar no futuro. Registre os resultados em mapas demonstrativos, e disponibilize estes resultados para que todos possam usa-lo como referencia.


3. Use um instrumento de avaliação de necessidades que acompanhe o padrão do ensino tecnológico, e que possa identificar o nível de bem estar e postura ante a tecnologia, uso básico de tecnologia, e nível de integração. Utilize este instrumento para determinar o nível tecnológico que cada professor emprega. Eles devem escolher de três a cinco áreas onde gostariam de melhorar o desempenho até o fim do ano letivo. Como parte das necessidades de avaliação, você pode solicitar que os professores criem um histórico sobre suas experiências com o uso da tecnologia; em que ponto eles estão agora, onde vão querer estar, e o que eles precisam aprender para chegar lá. Muitas vezes os professores não sabem o que eles precisam aprender, assim, este passo precisa ser repetido por todo ano.


4. Elabore planos de aprendizagem individual (PAI), a partir das bases de dados compiladas de cada membro da equipe. Por exemplo, se professores escrevem no seu histórico que se sentem confortáveis diante da tecnologia, mas desconfortáveis na elaboração de gráficos demonstrativos, diga-lhes para criar um projeto ou exemplo real, que possa ser usado em sua classe, como parte de uma oficina (Workshop) sobre a importância dos gráficos. O PAI, pode ser uma base de dados com exemplos de sugestões que indiquem todas as oportunidades de aprendizagem disponíveis. Cada professor pode acessar o banco de dados, adicionar material a ele, arquivar um estudo ou mesmo seu diário, e colocar qualquer outro projeto que queria compartilhar com os outros.
5. Identifique os líderes de suas áreas que possam fornecer conhecimento especializado. Ofereça gratificações por tempo de planejamento e qualquer treinamento que eles possam dar após o expediente. Forneça recursos, tais como, tecnologia para pesquisa e desenvolvimento de cursos que eles elaborem (Workshops). Tenha em mente que para cada hora de um Workshop, são necessárias mais de duas horas de planejamento. Não esqueça de oferecer cursos de atualização avançados para o crescimento profissional desse pessoal. Você pode mesmo identificar alguns estudantes ou parceiros comerciais para participar de sua equipe principal. Você poderá nunca ficar sabendo os tipos de especialistas disponíveis dentre seus funcionários, professores e alunos, se não lhes perguntar.


6. Crie uma lista de oportunidades de aprendizado local, com planos, objetivos e resultados. Realize reuniões de colaboração pelo menos uma vez por semana, onde seus instrutores possam oferecer cursos e instrução. Também, considere horas livres, para o auto desenvolvimento da equipe, tais como; nivelamento profissional, modelagem das aulas, instrução do grupo, participação em grupos de estudo, acompanhamento de outros professores, desenvolvimento curricular, sessões de "Just-in-Time", e previsão de recursos curriculares.


7. Compartilhe uma lista de oportunidades de aprendizagem fora do local de trabalho. Cubra gastos com conferências, Workshops, e providencie substitutos para visitas fora da escola. Outras oportunidades incluem, auxílio leitura e escrita, projetos de pesquisa, qualificação universitária, assinaturas de jornais, acesso a Internet e eMail (correio eletrônico), aprendizagem a distância e vídeo conferência, empréstimos a juros zero para compra de computadores, e vídeos, e software e computadores portáteis para trabalhos de campo.


8. Defina como parte do PAI, um tempo para o nivelamento das turmas, ou reuniões de departamentos, para planejar e fazer avaliações entre o padrão e a tecnologia, desenvolver atividades, projetos e aulas que incluam tecnologia, gerenciamento das estratégias para sala de aula, e instrumentos que permitam avaliar o grau de assimilação e entendimento do estudante. Inclua tempo para debates, exposições e desenvolvimento de materiais. Adicione tempo remunerado nas férias, para as equipes de professores trabalharem em conjunto e desenvolverem projetos curriculares.


9. Nos encontros das equipes, compartilhe os sucessos assim como também os objetivos e expectativas não alcançadas. Divulgue e exalte os projetos bem sucedidos nos Newsletters da escola, notas nos jornais locais, faxes aos pais, no Web site da escola, nas reuniões de pais e do conselho, em vídeo que pode ser consultado em videotecas locais, e até mesmo nas estações de TV a cabo locais.


10. Continue com o planejamento de metas e reavaliando onde você está no momento e onde vai desejar estar. Após iniciar usando tecnologia, as necessidades mudam. Reveja e atualize os PAIS (Planos de Aprendizagem) na base fundamental. Mande os professores criarem portfólios de seus trabalhos e inclua exemplos de trabalhos dos alunos para difusão. Pergunte aos estudantes o que eles estão achando do uso da tecnologia e de que modo isto tem influenciado no seu aprendizado.
Esta é uma empreitada que requer tempo e dinheiro, mas, se você planejar com vontade e usar estas estratégias como uma equipe, isto vai criar um sentimento de "Nós podemos fazer isto!" tantas vezes quantas forem preciso, e sempre.

 
Gostou????

Agora mãos á obra!!!!

Bom trabalho...

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    13:29:02 — Filed under: Sem categoria

O que é uma Criança Índigo?

                                       O que é uma Criança Índigo?
Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida.

Existem vários tipos de Índigos

• Elas vêm ao mundo com um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma.
• Elas têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresas quando os outros não compartilham isso.
• Auto-valorização não é uma grande característica. Elas freqüentemente contam aos pais quem elas são.
• Elas têm dificuldades com autoridade absoluta sem explicações e escolha.
• Elas simplesmente não farão certas coisas; por exemplo, esperarem quietas é difícil para elas.
• Elas se tornam frustradas com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo.
• Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer como questionadores de sistema (inconformistas com qualquer sistema).
• Elas parecem anti-sociais a menos que estejam com outras do mesmo tipo. Se não existem outras crianças com o nível de consciência semelhante em volta, elas freqüentemente se tornam introvertidas, sentindo-se como se ninguém as entendesse. A escola é freqüentemente difícil para elas do ponto de vista social.
• Elas não responderão à pressão por culpa do tipo: "Espere até seu pai chegar e descobrir o que você fez".
• Elas não são tímidas em fazer você perceber o que elas precisam.O termo "Crianças Índigo" vem da cor da aura dessas crianças. Existe uma amiga dos autores, que conheceram em meados dos anos 70, cujo nome é Nancy Ann Tappe. Nancy foi a autora do livro chamado "Entendendo Sua Vida Através da Cor" (Understanding Your Life Through Color). Neste livro estão as primeiras informações sobre o que ela titulou de Crianças Índigo. 

Nós estamos vendo uma nova geração de Mestres vindo para nosso planeta e elas são também chamadas de "Crianças Estrela", "Crianças Azuis" e através do trabalho de Nancy, elas são chamadas, a partir de nossa perspectiva, de "Crianças Índigo". Elas são nossa esperança para o futuro. Elas são nossa esperança para o presente.
                                    Tipos de Crianças Índigo
Existem quatro tipos diferentes de Índigos e cada um tem uma proposta:

1. Humanista: Primeiro, existe o Índigo Humanista que vai trabalhar com as massas. Eles serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, como dito anteriormente, e de vez em quando, eles vão dar com a cara nos muros, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. Às vezes, não tocam na maioria destes. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois freqüentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. Certa vez, eu estava em um vôo onde estava uma criança de cerca de 3 anos que estava aprontando. Sua mãe deu-lhe o panfleto de segurança do avião e ele o abriu todo com todas as figuras. Ele permaneceu sentado, muito sério como se estivesse lendo, muito sério e intenso na concentração. Ele estudou o folheto por uns cinco minutos e eu sabia que ele não poderia ler mas ele pensava que ele estava. Este é o típico Índigo Humanista.

2. Conceitual: Os Índigos Conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de Índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como, "Não chegue perto do meu quarto": é exatamente quando os pais precisam se aproximar mais.

3. Artista: Este tipo de Índigo é muito mais sensível e freqüentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. Eles são criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, eles serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos eles podem pegar até 15 diferentes artes criativas - fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos, "Não compre instrumentos, mas alugue". O Índigo Artista pode trabalhar com até 5 instrumentos diferentes e então, quando eles entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização.

4. Interdimensional: O Índigo Interdimensional é muito maior do que os demais Índigos, do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: "Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho". Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.Dicas para reconhecer os Índigos
Os autores listam as seguintes características para ajudar a identificar se sua criança é um Índigo:

• Tem alta sensibilidade  //• Tem excessivo montante de energia
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final
• Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes.
• Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente.



Boa Pesquisa!!!!!

 

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    13:14:59 — Filed under: Sem categoria

As Crianças Índigo

                                      As Crianças Índigo
Este tema é fascinante será tratado em nosso site como de suma importância.
É informação essencial para pais, educadores, psicólogos, pedagogos e todas as pessoas interessadas num futuro melhor para nossas crianças e para toda a humanidade.
A seguir você poderá ter uma boa introdução ao assunto das Crianças Indigo seguida de resumo extremamente bem feito do livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober publicado pela primeira vez em Maio/1999 e já traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português),


                                      "As Crianças Índigo"

Texto traduzido e adaptado por Dailton Menezes, junho 2001, que gentilmente nos cedeu o direito de publicação aqui no nosso site da Flor da Vida/Brasil.

A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares. Elas estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas nos ajudarão a destituir dois paradigmas da humanidade:

1. Elas nos ajudarão a diminuir o distanciamento entre o PENSAR e o AGIR. Hoje na nossa sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós freqüentemente agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos induzir a diminuir este distanciamento gerando assim uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos.

2. Elas também nos ajudarão a mudar o foco do EU para o PRÓXIMO, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. Como conseqüência, teremos a diminuição do Egoísmo, da Inveja, das Exclusões, resultando em maior solidariedade e partilha.Você pode estar se perguntando: Como estas crianças vão fazer tal transformação? Através do questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que as circundam. Começando pela Família, que hoje baseia-se na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Estas crianças simplesmente não respondem a estas estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma "intuição" para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.

A segunda entidade vulnerável à ação dos Índigos é a Escola. Hoje o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, sem escutar e sem a participação dos estudantes. Simplesmente este modelo é incompatível com os Índigos, sendo portanto o pior conflito, muitas vezes superior ao existente com a Família, principalmente pela falta de vínculos afetivos ou amor. Como elas possuem um estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.
Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais entidades, tais como:, Mercado de Trabalho, Cidadania, Relações Interpessoais, Relações Amorosas e Instituições Espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito.

Infelizmente, a missão dos Índigos é muito difícil, pois sofrerá rejeição de algumas entidades da nossa sociedade. Antes dos anos 80, os Índigos morriam muito cedo porque a freqüência de energia do planeta não era favorável a eles. Depois da nova freqüência e com um montante maior de crianças, eles começaram a causar transformações maravilhosas no nosso planeta e em breve, após uma geração, nós perceberemos claramente as modificações.
O assunto sobre Crianças Índigo é fascinante e relativamente novo no campo da pesquisa. Existem poucas obras sobre o assunto. Apresentaremos aqui um resumo do Livro "The Indigo Children" escrito por Lee Carroll e Jan Tober que teve sua primeira publicação em Maio/1999 e já foi traduzido para o espanhol (mas ainda não foi traduzido para o português), obedecendo a seguinte organização:

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Jan Tober e Lee Carroll já apresentaram milhares de seminários em todo o mundo sobre ativação e melhoramento da auto-estima humana. Lee já escreveu 7 livros de auto-ajuda e elevação da consciência espiritual nos últimos 10 anos, inclusive com tradução para diferentes línguas. Jan é autora de numerosos artigos, fitas e CD´s relacionados com auto-ajuda. Jan e Lee têm sido convidados a apresentarem sua mensagem de esperança e amor nas Nações Unidas.
Depois de muito contato com diferentes sociedades ao longo do mundo, eles começaram a perceber que existiam padrões e dúvidas comuns por parte de pais no tratamento com essas crianças. Adicionalmente, não existia literatura especializada sobre o tema, sendo que eles observaram o seguinte:

• Este não é um fenômeno norte-americano. Eles o testemunharam em três continentes diferentes.
• Este fenômeno parece ir além das barreiras culturais envolvendo múltiplas línguas.
• Este assunto escapou à atenção da mídia devido ao fato de ser muito estranho para ser considerado no paradigma da psicologia humana, que considera a humanidade como um modelo estático e imutável . Como uma regra, a sociedade tende a acreditar na evolução mas somente na forma passada. O pensamento de que nós deveríamos estar vendo um novo nível de consciência humana vagarosamente chegando no nosso planeta agora, manifestado nas nossas crianças, vai além do pensamento conservativo estabelecido.
• Este fenômeno está aumentando. Mais relatórios continuam a vir à tona.
• Há muito tempo os profissionais começaram a observar este fenômeno.
• Existem algumas respostas emergentes para os desafios.

Objetivo do Livro
Este livro foi escrito para os pais. É uma relatório inicial, longe de ser um relatório conclusivo sobre o assunto. É apresentado para ajudar a você e a família, dando informações para aplicação prática nas questões diárias. Este livro foi montado principalmente através do encorajamento e até pedidos insistentes de centenas de pais e professores que os autores encontraram ao longo do mundo.
Forma de Apresentação do Assunto
O livro faz uma compilação de trabalhos de vários outros autores PhD´s através de artigos que representam a experiência em pesquisa ou resultante de terapias de diversos profissionais.
criado por montessoritania    13:08:15 — Filed under: Sem categoria

DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana



DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994).

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
'Miseráveis' são todos que não conseguem falar com Deus.

'A amizade é um amor que nunca morre. '


criado por montessoritania    13:03:49 — Filed under: Sem categoria

Autismo Infantil

                                             Autismo Infantil


Em 1943, o autismo foi conceituado pela primeira vez por Leo Kanner, como uma doença da linha das psicoses, caracterizada por isolamento extremo, alterações de linguagem representadas pela ausência de finalidade comunicativa, rituais do tipo obsessivo com tendência a mesmice e movimentos estereotipados. Nessa abordagem, a doença tinha suas origens em problemas das primeiras relações afetivas entre mãe e filho, que comprometiam o contato social, idéia extremamente difundida até meados dos anos 70. Hoje, essa doença é definida como um conjunto de sintomas de base orgânica, com implicações neurológicas e genéticas. Atualmente, o autismo é uma área de intenso interesse, em que diferentes estudos se estabelecem e promovem desde alterações conceituais até modificações terapêuticas de fundamental importância

O que é autismo?
O autismo é descrito como uma síndrome comportamental com causas múltiplas, decorrente de um distúrbio de desenvolvimento. É caracterizado por déficit na interação social, ou seja, inabilidade para se relacionar com o outro, usualmente combinado com déficit de linguagem e alterações de comportamento. Os sinais e sintomas aparecem antes dos 3 anos de idade e, em cada 10.000 crianças, de quatro a cinco apresentam a doença, com predomínio em indivíduos do sexo masculino (3:1 ou 4:1).

Quais são as causas do autismo? As causas do autismo são desconhecidas mas diversas doenças neurológicas e/ou genéticas foram descritas com sintomas do autismo. Problemas cromossômicos, gênicos, metabólicos e mesmo doenças transmitidas/adquiridas durante a gestação, durante ou após o parto, podem estar associados diretamente ao autismo. Entre 75 a 80% das crianças autistas apresentam algum grau de retardo mental, que pode estar relacionado aos mais diversos fatores biológicos. Portanto, a evidência de que o autismo tem suas causas em fatores biológicos é indiscutível, fazendo-nos reconsiderar a idéia inicial de ligarmos o quadro de autismo a alterações nas primeiras relações mãe-filho. 

Quais são as doenças relacionadas ao autismo?
Podemos listar uma série grande de doenças das mais diferentes ordens envolvidas nos quadros autísticos:
• Infecções pré-natais - rubéola congênita, sífilis congênita, toxoplasmose, citomegaloviroses;
• Hipóxia neo-natal (deficiência de oxigênio no cérebro durante o parto);
• Infecções pós-natais - herpes simplex;
• Déficits sensoriais - dificuldade visual (degeneração de retina) ou diminuição da audição (hipoacusia) intensa;
• Espasmos infantis - Síndrome de West;
• Doenças degenerativas - Doença de Tay-Sachs;
• Doenças gênicas - fenilcetonúria, esclerose tuberosa, neurofibromatose, Síndromes de Cornélia De Lange, Willians, Moebius, Mucopolissacaridoses, Zunich;
• Alterações cromossômicas - Síndrome de Down ou Síndrome do X frágil (a mais importante das doenças genéticas associadas ao autismo), bem como alterações estruturais expressas por deleções, translocações, cromossomas em anel e outras;
• Intoxicações diversas.

Quais são os sinais e sintomas do autismo?
A criança autista prefere o isolamento. O autismo é caracterizado por diversos distúrbios:
• de percepção, como por exemplo dificuldades para entender o que ouve;
• de desenvolvimento, principalmente nas esferas motoras, da linguagem e social;
• de relacionamento social, expresso principalmente através do olhar, da ausência do sorriso social, do movimento antecipatório e do contato físico;
• de fala e de linguagem que variam do mutismo total: à inversão pronominal (utilização do você para referir-se a si próprio), repetição involuntária de palavras ou frases que ouviu (ecocalia); e
• movimento caracterizado por maneirismos e movimentos estereotipados.

Existe tratamento para o autismo?
Hoje, o tratamento do autismo não se prende a uma única terapêutica. O uso de medicamentos, que antes desempenhava um papel de fundamental importância no tratamento (devido à crença da relação do autismo com os quadros psicóticos do adulto), passa a ter a função de apenas aliviar os sintomas do autista para que outras abordagens, como a reabilitação e a educação especial, possam ser adotadas e tenham resultados eficazes.

Quais são os medicamentos utilizados no tratamento do autismo?
As principais drogas que podem ser utilizadas no tratamento são:
• Os neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do austismo. Têm uma resposta geral boa e conseqüente melhoria do aprendizado, embora possa apresentar efeitos colaterais como sedação excessiva, reações distônicas (rigidez mulcular), discinesia (alteração do movimento muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor);
• As anfetaminas, utilizadas na tentativa de diminuir a hiperatividade e melhorar a atenção, mas têm como efeitos colaterais o aparecimento de excitação motora, a irritabilidade e a diminuição do apetite;
• Os Anti-opióides, utilizados no tratamento de dependência a drogas, têm sua ação principalmente em quadros de auto-agressividade. Provoca tranquilização, diminuição da hiperatividade, da impulsividade, da repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido (estereotipias) e da agressividade, causando como efeito colateral a hipoatividade.
A utilização de complexos vitamínicos como a Vitamina B6 associada ao Aspartato de Magnésio, bem como o uso de Ácido Fólico, embora descritos por diversos autores, apresenta aspectos e resultados conflitantes.

Em que consiste a reabilitação da criança autista?
A propostas de reabilitação substituem os modelos psicoterápicos de base analítica das décadas de 50 e 60, quando a doença era considerada uma conseqüência de distúrbio afetivo. Esses modelos de reabilitação podem então ser caracterizados como: •
• Modificação de comportamento;
• Terapia de "Holding";
• Aproximação direta do paciente;
• Comunicação facilitada; •
• Técnicas de integração sensorial; e
• Treino auditivo.

Como é a educação especial para o autista?
Dentre os modelos educacionais para o autista, o mais importante, neste momento, é o método TEACCH, desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte e que tem como postulados básicos de sua filosofia:
• a) propiciar o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do paciente;
• b) funcionalidade (aquisição de habilidades que tenham função prática);
• c) independência (desenvolvimento de capacidades que permitam maior autonomia possível);
• d) integração de prioridades entre família e programa, ou seja, objetivos a serem alcançados devem ser únicos e a estratégias adotadas devem ser uniformes.
Dentro desse modelo, é estabelecido um plano terapêutico individual, onde é definida uma programação diária para a criança autista. O aprendizado parte de objetos concretos e passa gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do paciente.

Boa Pesquisa!!!

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    12:58:37 — Filed under: Sem categoria

O educador na educação infantil deve ser :

O educador na educação infantil deve ser :



Um mestre

 


Um artista

Um comediante


Um técnico


Um motivador


Um psicólogo


Um idealista


Um maluco/Criativo

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    12:52:04 — Filed under: Sem categoria

28/11/07

repassando a brincadeira do Prof. Jarbas...

 

Repasso para vc uma brincadeira entre blogueiros: o meme da página 161:
1. Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. Abrir na página 161;
3. Procurar a 5ª frase completa;
4. Postar essa frase em seu blog;
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. Repassar para outros 5 blogs.
Um abraço,

Profª Tânia Juliani

...lá vai  minha frase...

O que se está em mente não é somente eliminar problemas , mas sim uma série de situações e experiências, bem planejadas e dirigidas, que podem facilitar e incrementar o desenvolvimento e a aprendizagem.

 frase retirada conforme instruções do livro : Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita de Jaime Luiz Zorzi 

 

Segue  a tarefa para:

Profª Dinéia

Elisa

Ana e Luciana

Margarete

Rita

Daniela

Abraços a todos !!!

criado por montessoritania    15:32:33 — Filed under: Sem categoria

21/11/07

Bebê sabe tudo

Bebê sabe-tudo



É isso mesmo. Assim que a gente engravida, tem de tomar cuidado com o que faz porque o sujeito lá dentro saca tudo. Ao responder a estímulos como o som da sua voz e o balanço da barriga quando você dança, o cérebro dele já começa a formar conexões

Há vida inteligente dentro da barriga. Cada vez mais os estudiosos confirmam o que a gente sempre soube: os bebês são capazes de aprender ainda no útero. O que os cientistas chamam de inteligência depende das sinapses – ligações que se estabelecem entre os neurônios, as células do cérebro. Quanto mais estímulos, mais sinapses e maior a capacidade de aprendizado. Para que as tais sinapses se formem, é preciso que o bebê – e, agora confirma-se, o feto – seja exposto a estímulos externos . “Como estímulos do ambiente não acontecem apenas após o nascimento, podemos supor que haja formação de sinapses já dentro da barriga”, diz o neurologista Luiz Celso Vilanova.

A idéia de que o feto faz mais dentro da barriga do que apenas crescer e tomar forma, é mais velha que andar pra frente. Os egípcios já pensavam na vida intra-uterina, filósofos da Antigüidade falavam em inteligência fetal e é de Leonardo Da Vinci a frase “a mesma alma governa dois corpos”, sugerindo que o que a mãe faz e sente influencia na formação do bebê. Pesquisas sobre psiquismo fetal demonstram que as habilidades apresentadas pelos recém-nascidos começam a se desenvolver muito antes de nascerem. Até a década de 1980, o útero era visto como uma caixa-forte, que isolava o feto do mundo.

Acreditava-se que a seqüência e o ritmo do desenvolvimento eram determinados apenas por componentes biológicos e genéticos e o ambiente pouco interferia. Tudo isso caiu por terra com a evolução da ciência e coisas que agora nos parecem banais, como o ultra-som: já está comprovado que a partir da 20ª semana de gestação o bebê reage a estímulos auditivos. Traduzindo: é capaz de escutar e consegue reconhecer a voz da própria mãe entre as de outras mulheres.

 E essa capacidade não é biológica, não está inscrita nos genes. Ou seja, é aprendida. Dizem até que é bom expor o bebê a sons de diversos idiomas, além da língua materna. Se nunca teve contato com francês, inglês, espanhol, vai-se perdendo a capacidade de distinguir os sons dessas línguas.

Sem entrar na loucura de criar gênios, sempre é curioso acompanhar os estudos científicos. Experiência numa maternidade inglesa revelou que fetos de 5 meses acalmavam-se ao executar Vivaldi e Mozart e ficavam agitados com Beethoven, Brahms e rock.

o tato, depois o olfato e o paladar, em seguida o equilíbrio, a audição e finalmente a visão. A audição é um dos sentidos mais estimulados. Embora os bebês prefiram a voz feminina, a de homens próximos também é reconhecida. Um pai cantava o hino do time durante a gravidez da mulher. Depois do nascimento, era só cantar “Salve o Corinthians...” que a criança se acalmava.

Outra evidência de que o bebê guarda memórias de antes de seu nascimento está no reconhecimento do leite materno. Uma das hipóteses é que ele tenha uma memória do odor ou que exista alguma semelhança entre o sabor do leite e o do líquido amniótico.

Pode parecer esquisito hoje, mas, há algumas décadas, os estímulos eram vistos até como nocivos. Os bebês prematuros eram deixados num quarto escuro, sem barulho, embrulhados como um charuto. Ao chegar ao sistema de ensino, essas crianças tinham dificuldades de aprendizado, claro. Também, não viam nem a luz do sol quando pequenos...

A explicação era muito simples: tudo culpa de ter nascido antes do tempo, óbivo. Só que, na época, cerca de 30 anos atrás, os prematuros tinham 1,5 kg. Hoje, bebês que nascem com muito menos, até 600 g, se dão muito melhor na escola depois, resultado de muita estimulação precoce e contato com os pais já na UTI neonatal. “Quando comparamos o comportamento dos bebês brasileiros ao dos bebês americanos, vemos que as crianças de lá são mais desenvolvidas aos 3, 4 ou 5 meses.

 Eu acredito que a estimulação recebida dentro do útero também faça diferença”, diz Vilanova. De novo, a dica é não achar que tem que comprar livros, fitas e DVDs sobre estimulação fetal. Conversar com bebê já é um estímulo e tanto.

Pelo útero também chegam ao feto todas as emoções e sentimentos da mãe. Sim, ele ainda em formação percebe se você está nervosa, agitada, feliz e tem seu desenvolvimento afetado. E naqueles nove meses nos quais ele vira gente, a única pessoa que também faz parte do seu mundo concreto é a mãe.

Apesar dessa coisa toda parecer um pouco mística, há uma explicação palpável: os sentimentos provocam reações concretas no organismo da mãe, como alterações da respiração e dos batimentos cardíacos.
Com essas informações é possível imaginar que o bebê se sinta mais ou menos confortável, quando a mãe passa por momentos agradáveis ou desagradáveis.

 Claro que é impossível evitar o stress , a raiva e a tristeza durante longos nove meses.

O importante é ser franca com o filho desde já. “Toda gestação é permeada pela ambivalência e é um grande engano pensar que o bebê não percebe. Ele está dentro da mãe e, mesmo que ela finja que está tudo bem, ele sabe que não é assim. Logo, temos que falar a verdade, expressar nossos sentimentos.

 A contenção é que faz mal”, diz a psicoterapeuta especializada em trabalhos com gestantes, bebês e pais Eliana Pommé, mãe de Luana, Naila e Petrus. O bebê já sabe tudo. E o que ele ainda não sabe, você pode ajudá-lo a aprender, sendo a melhor mãe que puder ser.


COMO O BEBÊ SE DESENVOLVE

3 semanas:   seu bebê é ainda um pequeno pontinho, do tamanho de uma cabeça de alfinete e está em plena divisão celular.

6 semanas:  o coração está batendo. O tubo neural, que se transformará no cérebro e na coluna, está formado. Ele já tem sensibilidade na sua “pele”.

10 semanas: já possui todos os órgãos. São criados 250 mil neurônios por minuto. O feto tem 3 centímetros. São notadas as sensações de frio e calor.

12 semanas: apresenta movimentos semelhantes à respiração. Especialistas concordam que até a semana seguinte ele não é capaz de sentir dor.

14 semanas: o feto responde a estímulos e, em 15 dias, será capaz de mexer os olhos. Tem 9 centímetros e 48 gramas.

20 semanas: ele começa a ouvir sons. As pálpebras estão formadas, mas os olhos ainda permanecem fechados. Já existe a reação a gostos diferentes.

22 semanas: o córtex cerebral está formado. Na semana seguinte, movimentos oculares indicam sonho.

26 semanas: o bebê pisca quando um foco de luz é colado à barriga da mãe. Pode sobreviver ao parto prematuro.

30 semanas: com quase 7 meses, o feto está maduro. Abre e fecha os olhos, chupa o dedo, chora e se mexe muito.

34 semanas: pulmões estão desenvolvidos e 8% do peso é gordura. O útero é pequeno para o bebê, que quase não se mexe.

40 semanas: final da gestação. Nessa fase, ele ganha até 30 gramas por dia e já está preparado para o nascimento, levando na bagagem tudo o que viveu dentro do útero.

Boa pesquisa!!!!

Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania    22:08:02 — Filed under: Sem categoria

Sobre o Desenvolvimento da Linguagem.

Sobre o Desenvolvimento da Linguagem.
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É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre... Compreendendo a criança...


1. Na educação infantil a linguagem da criança deve ser melhorada para que possa exprimir seu pensamento claro e preciso.

2. A linguagem deve ser desenvolvida de forma direta e todas as oportunidades que surjam devem ser aproveitadas.

3. O meio mais apropriado para desenvolver a linguagem é através da história, em virtude da tendência inata da criança de ouvir contar histórias.

4. Quando a criança gosta de uma história e se interessa por algum personagem quer ouvi-la várias vezes.

5. As crianças dever sentar-se à vontade em semi-círculo; ao ar livre, ambiente calmo para ouvirem com interesse uma história.

6. Outro meio de desenvolver o vocabulário e aprimorar a pronúncia é a memorização de quadrinhas e poesias.


7.As quadrinhas aprendidas devem ser relembradas de vez em quando para não serem esquecidas.


criado por montessoritania    21:56:53 — Filed under: Sem categoria

28/10/07

Semana da Criança....





                                                Brincar é muito legal!

  

  



Para as crianças, brincar é muito mais do que simplesmente diversão. As atividades lúdicas têm papel fundamental no desenvolvimento do crescidinho e o ajudam a compreender melhor o mundo em que vive. É através das brincadeiras que a criança começa a separar a fantasia da realidade e a extravasar os mais diversos sentimentos. Interagindo com os brinquedos, ela também desenvolve importantes habilidades motoras e intelectuais com mais facilidade.

Criatividade, lógica, relacionamento em equipe, sociabilidade, maturidade emocional e concentração são apenas alguns dos benefícios promovidos por uma boa brincadeira. Para comprovar, faça o teste: deixe seu filho brincar livremente e fique observando.


   


Você vai perceber que muitas das situações que ele cria têm relação com suas experiências recentes. O modo como a criança interpreta essas vivências nas brincadeiras demonstra como ela está lidando com essas experiências e pode até ajudar os pais a conhecerem melhor seu crescidinho.


   

 

                                A importância dos brinquedos

Enquanto os bonecos e brinquedos de montar dão asas à imaginação, os jogos exigem raciocínio. Diante dos resultados, seu filho aprenderá que existe o ganhar e o perder e aceitará esses dois conceitos. Se a brincadeira for em grupo, ele ainda aprende a importância de trabalhar em equipe e pratica a sociabilidade.



Até mesmo os videogames e jogos de computador, que geram tanta controvérsia entre pais e educadores, podem ser bastante úteis nesse processo. Eles também estimulam o raciocínio e os reflexos e podem até auxiliar no processo de alfabetização, se forem escolhidos com cuidado pelos pais.

E não podemos nos esquecer da principal função dos brinquedos, pelo menos para os crescidinhos: eles divertem e relaxam a criança. Essa "pausa" nas atividades diárias é muito importante para que o pequeno se distancie dos conflitos que enfrenta diariamente e reorganize as idéias. Mais tranqüilo, ele assimilará melhor os novos aprendizados.



Porém, a idade do crescidinho deve ser considerada na hora de comprar brinquedos. Crianças muito novas podem engolir peças pequenas ou se machucar com brinquedos destinados a outras faixas etárias. Além disso, os baixinhos se desenvolverão melhor com estímulos adequados à sua idade.

Entre os três e os cinco anos de idade, as fantasias estão fervilhando na cabecinha das crianças. É a fase do faz-de-conta e de representar sua interpretação do cotidiano nas brincadeiras. Aproveite para estimular ainda mais a imaginação do seu crescidinho contando histórias, fazendo teatrinhos e mostrando livros ilustrados.

É interessante presenteá-lo com brinquedos que incentivem a criatividade e a fantasia, como massas de modelar, material de pintura e desenho, livros, carrinhos, bonecas, ferramentas de brinquedo, máscaras, quebra-cabeças, instrumentos musicais e fantoches, entre outros.

E a participação dos pais nas brincadeiras é mais do que bem-vinda. As crianças adoram dividir as descobertas e, junto dos pais, aproveitam ainda mais a brincadeira. Divirtam-se!



 

 

 

 

 

 

 

criado por montessoritania    17:31:59 — Filed under: Sem categoria

30/8/07

Inteligências.....

                                A Inteligência Lingüística

"Assim como acontece com a inteligência lógica, chamar a capacidade lingüística de “inteligência” é consistente com a psicologia tradicional.”  Os componentes centrais da inteligência lingüística são uma sensibilidade para os sons, ritmos e significados das palavras, além de uma especial percepção das diferentes funções da linguagem. É a habilidade para usar a linguagem para convencer, agradar, estimular ou transmitir idéias. Gardner indica que é a habilidade exibida na sua maior intensidade pelos poetas. Em crianças, esta habilidade se manifesta através da capacidade para contar histórias originais ou para relatar com precisão experiências vividas.


   

             Respeitar a individualidade do aluno....cada um a seu tempo !!!

Proporcionar atividades individuais... de acordo com as necessidades de cada aluno...

   

( participação dos pais neste processo, junto á escola ...fundamental!! )

   

 
                                 A Inteligência lógico-matemática

“A inteligência logico-matemática envolve usar e avaliar relações abstratas. (...) Uma operação central nessa inteligência é a numeração – a capacidade de atribuir um numeral correspondente a um objeto numa série de objetos.” Segundo Gardner (1995), o processo de resolução de um problema geralmente é surpreendentemente rápido, assim como acontece com um cientista bem-sucedido, que necessita lidar com muitas variáveis ao mesmo tempo e cria numerosas hipóteses. O autor também afirma que tal inteligência possui uma natureza não-verbal, portanto, a solução de um problema pode ser construída antes de ser articulada, e o processo de solução pode ser totalmente invisível até mesmo para o indivíduo que resolve o problema.

   

A inteligência lógico-matemática proporciona a principal base para os testes de Q.I., junto com a inteligência lingüística. Esses dois tipos de inteligência foram largamente investigados pela psicologia tradicional e entram no paradigma da inteligência encontrado na visão clássica de outrora. Entre os papéis adultos que dependem diretamente dessa inteligência, encontram-se matemáticos, programadores de computador, analistas financeiros, contadores, engenheiros e cientistas.


  

                                   

 

                                                  A Inteligência Musical

“A inteligência musical permite às pessoas criar, comunicar e compreender significados compostos por sons. (...) Componentes cruciais do processamento da informação incluem tom, ritmo e timbre (qualidade do som).”  Esta inteligência se manifesta através de uma habilidade para apreciar, compor ou reproduzir uma peça musical. Inclui discriminação de sons, habilidade para perceber temas musicais, sensibilidade para ritmos, texturas e timbre e habilidade para produzir e/ ou reproduzir música. A criança com habilidade musical especial percebe desde cedo diferentes sons no seu ambiente e, freqüentemente, canta para si. Apresentam alto grau de desenvolvimento da inteligência musical indivíduos como compositores, maestros e instrumentistas, assim como em peritos em acústica e engenheiros de áudio.


 

   

                                               participação dos pais

 


criado por montessoritania    07:35:32 — Filed under: Sem categoria

AS SETE INTELIGÊNCIAS EM FOCO

AS SETE INTELIGÊNCIAS EM FOCO

Gardner identificou as inteligências lingüística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Postula que essas competências intelectuais são relativamente independentes, têm sua origem e limites genéticos próprios e substratos neuroanatômicos específicos e dispõem de processos cognitivos próprios. Ele ressalta que, embora essas inteligências sejam, até certo ponto, independentes umas das outras, elas raramente funcionam isoladamente.

Encontram-se aqui breves descrições das sete inteligências classificadas por Gardner. É importante ressaltar que, atualmente, existe uma oitava inteligência, denominada inteligência Naturalista, que se refere à capacidade de reconhecer objetos na natureza, e está presente em biólogos e cientistas como Charles Darwin. Tal inteligência ainda está sob estudo, não constando na teoria original de Gardner exposta no livro Estruturas da Mente.

criado por montessoritania    07:26:14 — Filed under: Sem categoria

A Teoria das Inteligências Múltiplas

A Teoria das Inteligências Múltiplas: Análise de Métodos Decorrentes


No início dos anos oitenta, Howard Gardner apresentou uma teoria que revolucionou os conceitos sobre a inteligência humana. Em seu livro denominado “Estruturas da Mente”, Gardner traz a Teoria das Inteligências Múltiplas como uma nova forma de analisar as capacidades cognitivas de um indivíduo de maneira mais diversificada. Gardner afirma que todo o indivíduo possui cerca de sete tipos diferentes de inteligência, cada um desenvolvido em maior ou menor grau, e que tais diferenças necessitam ser consideradas em nossos sistemas educacionais, que sempre tiveram uma visão binária do intelecto humano, ou seja, somente os indivíduos com inteligência lingüística e lógico-matemática bem desenvolvidas estavam destinados ao sucesso.

Levando em conta as idéias expostas na teoria de Gardner, surgiram inúmeras novas metodologias educacionais que trabalham com a pluralidade das inteligências presentes no indivíduo. Algumas dessas metodologias trazem versões diferentes de como as inteligências devem ser educadas. 

Analisaremos as principais definições de o que conta como inteligência humana, apresentaremos as principais idéias da Teoria das Inteligências Múltiplas e efetuaremos uma comparação de dois métodos de ensino de língua estrangeira que são decorrentes da Teoria, tendo como objetivo a obtenção de uma conclusão sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para aplicação em sala de aula. 

O QUE É INTELIGÊNCIA ?

A Visão Clássica

Segundo Gardner, a visão clássica afirma que a inteligência é uma capacidade unitária de raciocínio lógico do tipo exemplificado pelos matemáticos, cientistas e lógicos. Em concordância com a visão clássica, o raciocínio abstrato é extremamente valorizado.


Na visão tradicional a inteligência é conceituada como a capacidade de responder a testes de inteligência, o Q.I. Alguns testes realizados demonstram que a "faculdade geral da inteligência" não muda muito com a idade ou com treinamento ou experiência. A inteligência é um atributo ou uma faculdade inata do ser humano.

Essa visão da inteligência está de acordo com a de Spearman (1904) e de alguns psicometristas posteriores. Spearman defendeu ardorosamente o papel da inteligência geral, ou g. Spearman via g como uma “energia mental subjacente que era utilizada em graus variados em toda atividade intelectual”. A teoria psicométrica baseia-se na crença de que a inteligência é um traço inato, global e relativamente imutável, a qual não muda muito com a idade, treinamento ou experiência. Embora suas definições variem em detalhes, os psicometristas, de modo geral, percebiam a inteligência como “uma faculdade unitária ou como um agrupamento de faculdades (tais como o tempo de reação, a discriminação sensorial, a capacidade de perceber relações lógicas e a memória) altamente correlacionados entre si.”(Gardner, Kornhaber, Wake, 1998, p. 214 

A Visão de Gardner

Howard Gardner propôs sua teoria das inteligências múltiplas em 1983, como um desafio à visão clássica da inteligência. Ele define uma inteligência como a “capacidade de resolver problemas ou criar produtos que são importantes num determinado ambiente cultural ou comunidade.” (Gardner, 1995, p. 21).Também afirma que uma inteligência é um termo para organizar e descrever capacidades humanas e não uma referência a um produto que existe dentro da cabeça. Uma inteligência não é uma “coisa” e sim um potencial, a presença do qual permite a um indivíduo ter acesso a formas de pensamento apropriadas a tipos específicos de conteúdo.

Gardner (1994) deixa bem claro também que as inteligências não são equivalentes a sistemas sensoriais. Segundo o autor, em nenhum caso uma inteligência é completamente dependente de um único sistema sensorial, nem nenhum sistema sensorial foi imortalizado como uma inteligência, mesmo porque as inteligências são, por sua própria natureza, capazes de realização (pelo menos em parte) através de mais de um sistema sensorial. Assim, é um erro tentar comparar inteligências em todos os detalhes; cada uma deve ser pensada como um sistema próprio e com suas próprias regras.

 

 

 
Em co-autoria com Joseph Walters, Gardner (1995) profere que a teoria das inteligências múltiplas pluraliza o conceito tradicional, partindo mais uma vez do princípio de que uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural. Assim, a teoria das IM é elaborada à luz das origens biológicas de cada capacidade de resolver problemas, considerando somente as capacidades que são universais na espécie humana.

 

 

  

 

 

 

 

criado por montessoritania    06:52:50 — Filed under: Sem categoria

1/8/07

se um cachorro fosse seu professor.....


                       se um cachorro fosse seu professor.....


Você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa ,
corra ao seu encontro.

Nunca perca uma oportunidade
de ir passear de carro.

Permita-se experimentar
o ar fresco do vento no seu rosto.

Mostre aos outros que
estão invadindo o seu território.

Tire uma sonequinha no meio do dia
e espreguice antes de levantar.

Corra, pule e brinque todos os dias.

Tente se dar bem com o próximo
e deixe as pessoas te tocarem.

Não morda quando um simples
rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na grama,
beba bastante líquidos
e deite debaixo da sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz,
dance e balance todo o seu corpo.

Não importa quantas vezes o outro te magoa,
não se sinta culpado...
volte e faça as pazes novamente.

Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.

Nunca pretenda ser o que você não é.

Como é  simples ser feliz... né????

Um grande abraço...

Prof Tânia

criado por montessoritania    06:53:16 — Filed under: Sem categoria
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