*Educação Infantil*Um trabalho apaixonante…

ESCOLA DE EDUC. INFANTIL ” MARIA MONTESSORI” R: Serra de jairé, 1465 Fone: (11) 2268. 4931 // 3455.0925 //// 3562.1741 email: montessoritania@gmail.com ( 27 anos de experiência!!)

31/3/07

A Concepção Problematizadora da Educação….

        
                 

                      A Concepção Problematizadora da Educação

Nesta concepção, o conhecimento não pode advir de um ato de "doação" que o educador faz ao educando, mas sim, um processo que se realiza no contato do homem com o mundo vivenciado, o qual não é estático, mas dinâmico e em transformação contínua.

Baseada em outra concepção de homem e de mundo, supera-se a relação vertical, estabelecendo-se a relação dialógica. O diálogo supõe troca, os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo. "…e educador já não é aquele que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando, que ao ser educado, também educa …".

Desse processo, advém um conhecimento que é crítico, porque foi obtido de uma forma autenticamente reflexiva, e implica em ato constante de desvelar a realidade, posicionando-se nela.

O saber construído dessa forma percebe a necessidade de transformar o mundo, porque assim os homens se descobrem como seres históricos.O Educar para Paulo Freire… Educar é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o papel da História e onde a questão da identidade cultural, tanto em sua dimensão individual, como em relação à classe dos educandos, é essencial à prática pedagógica proposta.

Sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em conta as experiências vividas pelos educandos antes de chegar à escola, o processo será inoperante, somente meras palavras despidas de significação real.

A educação é ideológica, mas dialogante, pois só assim pode se estabelecer a verdadeira comunicação da aprendizagem entre seres constituídos de almas, desejos e sentimentos.A concepção de educação de Paulo Freire percebe o homem como um ser autônomo.

Esta autonomia está presente na definição de vocação ontológica de ‘ser mais’ que está associada com a capacidade de transformar o mundo. É exatamente aí que o homem se diferencia do animal. Por viver num presente indiferenciado e por não perceber-se como um ser unitário distinto do mundo, o animal não tem história.

A educação problematizadora responde à essência do ser e da sua consciência, que é a intencionalidade.A intencionalidade está na capacidade de admirar o mundo, ao mesmo tempo desprendendo-se dele, nele estando, que desmistifica, problematiza e critica a realidade admirada, gerando a percepção daquilo que é inédito e viável.

Resulta em uma percepção que elimina posturas fatalistas que apresentam a realidade dotada de uma determinação imutável.

Por acreditar que o mundo é passível de transformação a consciência crítica liga-se ao mundo da cultura e não da natureza. O educando deve primeiro descobrir-se como um construtor desse mundo da cultura. Essa concepção distingue natureza de cultura, entendendo a cultura como o acrescentamento que o homem faz ao mundo, ou como o resultado do seu trabalho, do seu esforço criador. Essa descoberta é a responsável pelo resgate da sua auto-estima, pois, tanto é cultura a obra de um grande escultor, quanto o tijolo feito pelo oleiro.

Procura-se superar a dicotomia entre teoria e prática, pois durante o processo, quando o homem descobre que sua prática supõe um saber, conclui que conhecer é interferir na realidade, percebe-se como um sujeito da história.

Para ele "não se pode separar a prática da teoria, autoridade de liberdade, ignorância de saber, respeito ao professor de respeito aos alunos, ensinar de aprender".

Prof: Tânia Juliani                  

Contato: email: montessoritania@ig.com.br

Fones: 6843.31.93/// 66066944 //

criado por montessoritania    22:39 — Arquivado em: Sem categoria

29/3/07

Vamos ver agora como surgiu o chocolate…

Vamos ver agora como surgiu o chocolate…
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

criado por montessoritania    15:18 — Arquivado em: Sem categoria

Páscoa….

significado da Páscoa…
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. F
esta tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

criado por montessoritania    15:14 — Arquivado em: Sem categoria

23/3/07

Oração do Professor

                       AOS ALUNOS DO 1ºANO DE PEDAGOGIA USJT 

 Adorei estar com vocês….. compartilhar conhecimentos e experiências…é o que faz o educador crescer e ser melhor!!!!

È muito gratificante!!!!

Obridaga á Professora Dinéia …que SEMPRE proporciona aos alunos , desenvolvimento, crescimento , sabedoria e competência!!!!

OBRIDAGA!!!!!!!!

   Oração do Professor
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,

Dai-me esta graça que vem do amor.

Mas, antes do ensinar, Senhor,

Dai-me o dom de aprender.

Aprender a ensinar

Aprender o amor de ensinar.

Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.

De aprender sempre.

Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.

Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe

Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.

Que meus conhecimentos não produzam orgulho,

Mas cresçam e se abasteçam da humildade.

Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,

Mas animem as faces de quem procura a luz.

Que a minha voz nunca assuste,

Mas seja a pregação da esperança.

Que eu aprenda que quem não me entende

Precisa ainda mais de mim,

E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.

Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,

Para que eu possa trazer o novo, a esperança,

E não ser um perpetuador das desilusões.

Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender

Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.

  

 

    

 

 

criado por montessoritania    9:14 — Arquivado em: Sem categoria

22/3/07

semana de trabalho e diversão

                                      ATIVIDADES DO MINI MATERNAL

                                        ATIVIDADES LÚDICAS:

                

    

                                       ATIVIDADES DE VIDA PRÁTICA

     

    

                               HORA DA HISTÓRIA =  FANTOCHES

          

                                 OBA!!!! HORA DO LANCHE!!!

   

 

                                      ATIVIDADE DE EXPRESÃO CORPORAL

    

 

 

criado por montessoritania    13:04 — Arquivado em: Sem categoria

Reflexão durante o Planejamento…

                                               PARTE I

                      DEZ importantes questões a considerar… *

*(útil para usar no Planejamento Anual – refere-se à alfabetização. Serve modelo também para o planejamento contínuo e rotina diária - conforme os exemplos descritos.)

Como sabemos, o desafio de organizar a prática pedagógica na Alfabetização a partir do modelo metodológico da resolução de problemas, se expressa principalmente, no Planejamento de Situações de ensino e aprendizagem ao mesmo tempo difíceis e possíveis, ou seja, em atividades e intervenções pedagógicas adequadas às necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos. Uma prática desse tipo pressupõe uma preocupação do professor em: 
-  favorecer a construção da autonomia intelectual dos alunos; 
-  considerar a diversidade na sala de aula e atendê-la; 
-  favorecer a interação e a cooperação;
- analisar o percurso de aprendizagem e o conhecimento prévio dos alunos; 
-  mobilizar a disponibilidade para a aprendizagem; 

- articular objetivos de ensino e objetivos de realização dos alunos; 
-  criar situações que aproximem, o mais possível, a “versão escolar” e a “versão social” das práticas e dos conhecimentos que se convertem em conteúdos na escola; 
-  organizar racionalmente o tempo; 
-  organizar o espaço em função das propostas de ensino e aprendizagem; 
-  selecionar materiais adequados ao desenvolvimento do trabalho; 
-  avaliar os resultados obtidos, e redirecionar as propostas , caso eles não forem satisfatórios;

Para desenvolver um trabalho pedagógico orientado por esses propósitos, é preciso que o professor se torne cada vez mais capaz de: 
-  analisar a realidade, que é o contexto da própria atuação; 
-  planejar a ação, a partir da realidade à qual se destina;
- antecipar possibilidades que permitam planejar intervenções com antecedência; 
-  identificar e caracterizar problemas (obstáculos, dificuldades, distorções, inadequações…); 
-  priorizar o que é relevante para a solução dos problemas identificados e ter autonomia para tomar as medidas que ajudam a solucioná-los; 
-  buscar recursos e fontes de informação que se mostrem necessários; 
-  compreender a natureza das diferenças entre os alunos;
- estar aberto e disponível para a aprendizagem; 
-  trabalhar em colaboração com os pares; 
-  refletir sobre a própria prática; 
-  utilizar a leitura e a escrita em favor do desenvolvimento pessoal e profissional.

Bom trabalho….

Prof: Tânia Juliani

 

criado por montessoritania    11:41 — Arquivado em: Sem categoria

18/3/07

dicas para montar um plano de aula

PLANO DE AULA:
ORIENTAÇÃO E COORDENAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO
DE UM PLANO DE AULA : português – ensino básico

CONSIDERAÇÕES GERAIS: 
**  GRAMÁTICA **
- Dentro do processo de alfabetização, a gramática é trabalhada em atividades, de acordo com o padrão silábico em estudo, e apresentada com a sua terminologia correta como: maiúscula ,e minúscula, plural e singular, diminutivo e aumentativo etc… Os exercícios devem ser feitos primeiro oralmente.
- A separação das sílabas é trabalhada desde a 1ª palavra- chave.
- No começo, o professor deverá chamar a atenção da classe para o nº e a ordem das sílabas.
- A ortografia reforça o automatismo da grafia correta de sílabas já aprendidas.
- A leitura e a cópia das palavras novas favorecem a fixação do padrão silábico em estudo. Além disso, o aluno terá oportunidade de ampliar seu repertório e arriscar-se mais na escrita de novas palavras.
- A ortografia poderá ser avaliada por meio de um ditado de palavras do padrão estudado. È interessante variar a forma de ditar as palavras.
- O professor deve criar atividades novas, para estimular os alunos a usa-las, nas situações de comunicação, aquilo que estão aprendendo. 

** REDAÇÃO**
- O processo de construção de frases é gradativo. O aluno começa completando frases, escolhendo uma das palavras apresentadas, dando-lhes um sentido lógico.
- È indispensável que o aluno sinta-se motivado para a produção de outros textos. Nesse sentido, a dramatização, o desenho, a conversa informal sobre o tema proposto aumentam o nível de sensibilidade, despertam a observação , e levam o aluno a criar com maior facilidade. È importante as primeiras produções dos alunos, sejam coletivas.
- A participação dos alunos com idéias e organização, aulas pelo professor, servirão de parâmetro para que, oportunamente, comecem a escrever sozinhos com maior segurança.
- Durante as produções coletivas, o professor poderá pedir aos alunos que ajudem a pontuar o texto e a indicar o uso de letras maiúsculas; assim como; outros tópicos gramaticais. 

** LEITURA **

- O pequeno texto deve ser explorado ao máximo , com participação oral coletiva e individual. O professor deverá destacar a palavra chave da leitura. Após a leitura , exercitar a ortografia e a pontuação.
- Depois , trabalhar textos que acompanhem exercícios de compreensão .Deve-se levar em conta o nível de experiência dos alunos.

SUGERIMOS OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS:

1. Motivação para a leitura 
-  Explorar a imagem que ilustra o texto de modo que os alunos possam tentar imaginar o que o texto vai contar. 
 -  Conversar livremente sobre o tema,procurando dar oportunidade para os alunos contarem suas experiências sobre ele. 
 -  Desenhar uma situação referente ao tema.

2. Leitura 

-  Leitura silenciosa dos alunos:
- Nesse momento, é importante o professor observar se os alunos estão lendo com os olhos, sem mover os lábios, se a postura está correta. - - Desafiar aqueles que sentem necessidade de acompanhar com o dedo a tentar a leitura só com os olhos. 
-  Leitura oral do professor.
- O professor deverá fazer a leitura pausada, com pronúncia clara e entonação adequada. 
-  Estudo do vocabulário:
- È importante retomar com os alunos o significado das palavras que possam representar dificuldade para a compreensão do texto.
- Leitura oral dos alunos poderá ser feita individualmente ou em grupo.
- Se for possível, promover algumas gravações da leitura dos alunos. Isso os fará observar suas falhas ou seus avanços quanto à técnica de leitura.

3. Interpretação 

-  No início, enquanto não dominam a leitura, os alunos deverão ser orientados  pelo professor durante as atividades de interpretação propostas nos livros e atividades. Sugerimos as seguintes etapas:
1. leitura das questões pelo professor;
2. resposta oral do aluno às questões;
3. resposta escrita do aluno ;
Posteriormente, é interessante desafiar os alunos a lerem e a responderem ás questões com mais independência.

4. Extrapolação 

-  Finalizando as atividades com o texto, o professor deverá formular questões que permitam ao aluno relacionar fatos e idéias do texto, comparando-os e transferindo-os para o seu cotidiano.

criado por montessoritania    20:48 — Arquivado em: Sem categoria

17/3/07

brincando de circo….Escola Montessori

                                                  Semana do circo  !!!!

                          Que palhacinhos lindos!!!              mini-maternal 

Meninas do Pré-1º ano

 meninos  Infantil

                                                    Berçário

            

 Foi uma semana  muito divertida, criativa e de grande importância pedagógica. Resgatar  os valores circences, brincadeiras, jogos e muita criatividade , foi o máximo !!     As crianças adoraram, participaram muito! 

                                     oficina : brinquedoteca

    

                                 Criação  dos palhacinhos!!!

         

      Proporcionamos algumas oficinas pedagógicas , onde  foi trabalhado conceitos e a história do circo , jogos, mágicas,malabarismos, shows, trabalhos coletivos, confecção de sucatas…. e muitas palhaçadas!!!!

                                          Oficina: criatividade

     

              Foi uma semana  pedagogicamente…. muito rica!!!!

criado por montessoritania    17:08 — Arquivado em: Sem categoria

14/3/07

Oficina de idéias

Oficina de idéias - Atividades -Palhaços – Alegria da criançada

Atividade: construção de palhaços, reutilizando embalagens (caixinhas de guache da Faber Castell).

Objetivos :

Proporcionar às crianças o conhecimento e a confecção de brinquedos simples que proporcionem de interação e lazer.
Desenvolver a criatividade, a socialização e a percepção entre os vários materiais, aprofundando o conhecimento sobre o processo envolvido na transformação da matéria prima (sucata) em produto (personagem).
Desenvolver a coordenação viso-motora, harmonia e composição tanto no desenho como na escolha das cores e materiais.

Referências importantes :

Hoje as atenções do mundo estão se voltando para o consumo de produtos de forma consciente uma vez que se todos os habitantes da Terra consumissem como os dois países ricos, seriam necessários 4 planetas iguais ao nosso atender a todo esse consumo; sendo assim é necessário que todos os seres humanos façam a sua parte.
Estamos sugerindo um palhacinho que reutiliza as embalagens de guache Faber Castell.
Palhaço e circo: um não vive sem o outro.
No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra. Andavam de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.
Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.
O circo com suas características itinerantes, aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha o palhaço como seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.
O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.
Os palhaços mais conhecidos do Brasil foram: Carequinha, Piolin, Arrelia e Chicarrão.
Com a chegada da televisão nos lares de todo o Brasil o circo foi perdendo público dia a dia e hoje os poucos circos que restam, sobrevivem com muita dificuldade e os palhaços, muitas vezes têm um emprego durante o dia e fazem os espetáculos à noite para poderem manter sua família.
As crianças ficam fascinadas pelos palhaços e suas palhaçadas e riem a valer pois muitas acreditam nas lorotas contadas por eles.

Material utilizado: • Lápis Grafite Faber Castell • Lápis de Cor Bicolor Faber Castell ou Canetinhas Faber Castell • Cola Branca Cole Bem Faber Castell • p apel crepom com cores variadas • linha de bordar • ¼ de folha de cartolina branca • tesoura • régua • sucata (caixinha vazia de guache Lavável da Faber Castell).

Modo de fazer:

1. Risque o molde em cartolina branca. Recorte e vinque nas linhas pontilhadas. Encape a caixinha de guache lavável Faber Castell.

2. Desenhe a carinha do palhaço utilizando os lápis de cor Bicolor da Faber Castell ou canetinhas coloridas da Faber Castell.

3. Faça o chapéu palhaço em cartolinha branca pintada com Lápis de cor Bicolor Faber Castell ou canetinhas coloridas Faber Castell. Faça como um cone ou uma cartolina. Moldes abaixo. Cole na cabeça do palhacinho.

4. Corte duas tias de papel crepom no tamanho 10 x 40 cem. Picote dos dois lados. Franza cada tira pelo meio e amarre com linha de bordar para fazer o pom pom. Com cola branca Cole Bem de Faber Castell cole um pom pom de cada lado do palhaço.

5. Corte um círculo com 10 cm de diâmetro em cartolina e reserve. Corte uma tira de crepom na medida de 10 x 50 cm (escolha uma cor), corte a segunda tira na medida 12 x 50 (escolha uma outra cor). Cole as duas por uma das laterais de 50 cm, vá franzindo e colando essa tira de maneira a forma o colarinho do palhaço.


6. Cole sob o palhaço… Pronto, seu palhaço está pronto.

Sugestão de pesquisa:

Peça aos seus alunos que conversem com os pais e avós. Quais lembranças eles tem de palhaços, circos, enfim dos números que aconteciam nos espetáculos circenses.
Pesquisem sobre situações de entretenimento do passado e atuais.
Se conhecerem alguém que trabalhou em circo, peça que façam uma entrevista.
Pesquisem sobre a situação financeira que os circos e palhaços enfrentam hoje, a falta de público, a situação dos bichos que vivem em jaulas para se apresentarem nos espetáculos, as famílias circenses, etc.
Professor, se for possível leve seus alunos para assistirem um espetáculo no circo, eles nunca mais se esquecerão do que lá vão ver, pois a maioria dos pais não levam seus filhos ao circo.

Sugestão: criem outros personagens, utilizando embalagens vazias. Você estará desenvolvendo sua criatividade, reaproveitando embalagens e praticando o consumo consciente.

acesse: www, fabercastell.com.br
Terá mais sugestões e informações variadas… ótima pesquisa!!!!

Bom trabalho!!

Prof: Tânia Juliani

       

criado por montessoritania    21:17 — Arquivado em: Sem categoria

HISTÓRIA DO CIRCO

HISTÓRIA DO CIRCO …Pode–se dizer que as artes circenses surgiram na China, onde foram descobertas pinturas de quase 5.000 anos em que aparecem acrobatas, contorcionistas e equilibristas. A acrobacia era uma forma de treinamento para os guerreiros de quem se exigia agilidade, flexibilidade e força. Com o tempo, a essas qualidades se somou a graça, a beleza e a harmonia. O imperador decidiu que todos os anos seriam realizados espetáculos.Na Grécia as paradas de mão, o equilíbrio mão a mão, os números de força, as paradas de mão e o contorcionismo eram modalidades olímpicas. Os sátiros faziam o povo rir, dando continuidade à linhagem dos palhaços…
O Circo Máximo de Roma apareceu pouco depois, mas foi destruído em um incêndio. Em 40 a.C., no mesmo local foi construído o Coliseu, onde cabiam 87 mil espectadores. Lá eram apresentadas excentricidades como homens louros nórdicos, animais exóticos, engolidores de fogo e gladiadores, entre outros. Durante séculos, em feiras populares, barracas exibiram fenômenos, habilidades incomuns, truques mágicos e malabarismo. 
O circo como ele é …
O primeiro circo europeu moderno, o Astley’s Amphitheatre, foi inaugurado em Londres por volta de 1770 por Philip Astley, um oficial inglês da Cavalaria Britânica. O circo de Astley tinha um picadeiro com uma espécie de arquibancada perto. Construiu um anfiteatro suntuoso e fixo, pois ficaria permanentemente no mesmo lugar. Organizou um espetáculo , com rigor e estrutura militares,  reunia  outras atrações e juntou saltimbancos, equilibristas, saltadores e palhaço. O palhaço do batalhão era um soldado campônio, que acaba sendo o clown e que em inglês, origina de caipira. O palhaço não sabia montar, entrava no picadeiro montado ao contrário, caía do cavalo, subia de um lado, caía do outro, passava por baixo do cavalo. Como fazia muito sucesso, começaram a se desenvolver novas situações.Este primeiro circo funcionava como um quartel: os uniformes, o rufar dos tambores, as vozes de comando para a execução dos números de risco. O próprio Astley dirigia e apresentava o espetáculo, criando assim, a figura do mestre de cerimônias.
O termo circus foi utilizado pela primeira vez em 1782, quando o rival de Astley, Charles Hughes, abriu as portas do Royal Circus. Em princípios do século XIX havia circos permanentes em algumas das grandes cidades européias. Existiam, além disso, circos ambulantes, que se deslocavam de cidade em cidade em carretas cobertas.
O circo Norte-Americano
John Bill Ricketts, inglês e aluno de Hughes, levou o circo aos Estados Unidos em 1792, tendo excursionado pelo nordeste americano. Seu circo foi destruído em um incêndio, fazendo-o retornar para a Inglaterra, aonde não chegou, pois o navio em que viajava afundou em uma tempestade.
William Cameron Coup foi o primeiro a fazer um espetáculo circense de grandes dimensões, para uma platéia de mais de mil pessoas, em 1869, com espetáculo em dois picadeiros simultaneamente. Dois anos depois, associou-se a Phineas T. Barnum, um famoso apresentador, e abriram um grande circo em Nova York. A propaganda dizia que era “o maior espetáculo da Terra”.
O circo no Brasil
No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já haviam os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a doma de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos. Há relatos de que eles usavam tendas e nas festas sacras, havia bagunça, bebedeira, e exibições artísticas, incluindo teatro de bonecos. Instalando-se na periferia das grandes cidades e voltado para as classes populares, sua modernização não se deu em termos de espaços e equipamentos: investe no elemento humano, suas destrezas, habilidades e criatividade. Por isso, os palhaços são as figuras centrais, dependendo deles o sucesso do circo.
O palhaço brasileiro falava muito, ao contrário do europeu, que era mais mímico. Era mais conquistador e malandro, seresteiro, tocador de violão, com um humor picante. O público também apresentava características diferentes: os europeus iam ao circo apreciar a arte; no Brasil, os números perigosos eram as atrações: trapézio, animais selvagens e ferozes.
Segundo Alice Viveiros de Castro, atualmente existem mais de 2.000 circos espalhados pelo Brasil, sendo aproximadamente 80 médios e grandes, com trapézio de vôos, animais e grande elenco. Estima-se um público anual de 25 milhões de espectadores.
Surge um novo circo
Atualmente, paralelamente aos circos itinerantes e tradicionais que ainda existem, a arte circense também se aprende em escolas. Por uma mudança de valores, muitos circenses colocaram seus filhos para estudar e fazer um curso universitário. Surge um novo movimento, que pode ser chamado de Circo Contemporâneo. Não há uma data precisa do seu surgimento, mas pode-se dizer que o movimento começou no final dos anos 70, em vários países simultaneamente. Em 1981, criou-se a primeira escola de circo para atender à demanda dos artistas performáticos.
Em 1982, surge em Québec o Club des Talons Hauts, grupo de artistas em pernas de pau, malabaristas e pirofagistas. É esse grupo que em 1984 realiza o primeiro espetáculo do Cirque du Soleil. Surge a grande empresa de espetáculos, que atualmente está em cartaz com oito espetáculos diferentes no mundo, em três continentes, com mais de 700 artistas contratados. 
O circo contemporâneo brasileiro
A primeira escola que se instalou no Brasil chamava-se Piolin, em São Paulo, no estádio do Pacaembu (1977). Em 1982, surgiu a Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, onde jovens de todas as classes sociais têm acesso às técnicas circenses. Formados, os ex-alunos vão trabalhar nos circos brasileiros ou no exterior, ou formam grupos que se apresentam em teatros, ginásios e praças.
A história de um mito do Circo !
George Savalla Gomes, o Carequinha, nasceu em Rio Bonito, RJ, em 18 de julho de 1915. A mãe, aramista e trapezista, sentiu as dores do parto em cima do trapézio. Pouco tempo depois deu a luz a Carequinha, ali mesmo dentro do circo. Criado em uma tradicional família circense, não podia ter outro destino. Começou a trabalhar como palhaço aos cinco anos de idade e nunca mais parou, passando por vários circos nacionais e até um internacional, o Circo Sarrazani.
Hoje é um representante vivo da leva de palhaços marcantes do Brasil. Ironicamente George tem uma vasta cabeleira, que faz questão de pintar e manter bem penteada, numa prova de extrema vaidade. O apelido foi dado pelo padrasto, responsável pela peruca careca que obrigou o enteado a usar.
Carequinha foi o primeiro artista circense a trabalhar na televisão, na TV Tupi, onde ficou durante muito tempo. Foi o inventor do que seriam os programas de auditório, pediu ao diretor de seu programa para colocar uma platéia de crianças com seus pais para que seu show fosse mais real, o que acabou tornando-o uma personalidade de projeção nacional.
O resultado disso, aliado ao talento nato, fez o artista gravar 26 discos que venderam 2 milhões de cópias, alavancar a venda de produtos infantis que tinham a sua marca, fazer cinema e ainda conquistar vários prêmios e homenagens pelo País.
E ao contrário de seus famosos companheiros, que morreram na miséria, está bem financeiramente. Mora numa casa confortável em São Gonçalo e é casado há 55 anos com a mesma mulher. A amada de longa data é uma professora que ele conheceu numa ocasião em que seu circo estava em Poços de Caldas. Apaixonada, largou tudo para casar e acompanhá-lo pelo Brasil todo. O palhaço tem quatro filhos, cinco netos e dois bisnetos.

(compilado e modificado de textos da pesquisadora Alice Viveiros de Castro e do livro O Circo no Brasil – Antônio Torres)

Não se esqueçam… semana do circo… vale a pena brincar e criar,com as crianças….elas adoram!!!!

Agora é só pesquisar…. bom trabalho!!!
Prof: Tânia Juliani

criado por montessoritania    7:13 — Arquivado em: Sem categoria
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