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10 Passos para um eficaz desenvolvimento tecnológico de uma equipe de professores ou de profissionais do ensino.
Como formar de modo adequado uma equipe de profissionais de tecnologia e professores, tem sido um grande problema para as Instituições. Analise essa abordagem. Fábulas para Download
INTRODUÇÃO:
Como fazer para desenvolver um plano para o uso da tecnologia se os professores não sabem o que eles não sabem?
Um plano para desenvolver uma equipe e que envolva uma variedade de oportunidades de atualização profissional baseados em planos de aprendizagem individuais, é mais apropriado para ser aplicado a professores, apenas se eles tiverem convicção que vão levar o que aprenderam para as salas de aula.
Elabore um plano onde todos os chefes de equipe contribuam com sugestões. Ao sentir que são ouvidos, eles se sentirão proprietários do plano e vão se empenhar em sua implementação.
Será preciso levar em conta os diferentes modos de aprendizagem de adultos e estudantes. Adultos, baseados em suas experiências ou pontos de vista, já podem saber o que é e o que não adequado dependendo da situação que se apresente.
Qualquer uso de tecnologia será relevante no planejamento e desenvolvimento escolar.
MÃOS À OBRA:
A lista a seguir, inclui 10 estratégias para fazer o desenvolvimento profissional em sua escola expressivo ou mesmo específico, de modo a atender a todas as necessidades do seu quadro técnico e de alunos.
1. Determine um sub-comitê para desenvolvimento da equipe como parte do comitê tecnológico da escola, com representantes de todos os departamentos, coordenadores de turmas, administração, consultores externos, técnicos, pessoal do escritório e estudantes.
2. Apresente alguns exemplos de como a tecnologia pode ser usada na sala de aula. Peça sugestões ao seu pessoal. Utilize um formulário em aberto, para lhes perguntar sobre suas necessidades, problemas, medos, objetivos e sobre o que eles querem aprender, e sonhos e projetos para os seus alunos envolvendo tecnologia. Forme pequenos grupos onde eles vejam onde estão agora e onde vão estar no futuro. Registre os resultados em mapas demonstrativos, e disponibilize estes resultados para que todos possam usa-lo como referencia.
3. Use um instrumento de avaliação de necessidades que acompanhe o padrão do ensino tecnológico, e que possa identificar o nível de bem estar e postura ante a tecnologia, uso básico de tecnologia, e nível de integração. Utilize este instrumento para determinar o nível tecnológico que cada professor emprega. Eles devem escolher de três a cinco áreas onde gostariam de melhorar o desempenho até o fim do ano letivo. Como parte das necessidades de avaliação, você pode solicitar que os professores criem um histórico sobre suas experiências com o uso da tecnologia; em que ponto eles estão agora, onde vão querer estar, e o que eles precisam aprender para chegar lá. Muitas vezes os professores não sabem o que eles precisam aprender, assim, este passo precisa ser repetido por todo ano.
4. Elabore planos de aprendizagem individual (PAI), a partir das bases de dados compiladas de cada membro da equipe. Por exemplo, se professores escrevem no seu histórico que se sentem confortáveis diante da tecnologia, mas desconfortáveis na elaboração de gráficos demonstrativos, diga-lhes para criar um projeto ou exemplo real, que possa ser usado em sua classe, como parte de uma oficina (Workshop) sobre a importância dos gráficos. O PAI, pode ser uma base de dados com exemplos de sugestões que indiquem todas as oportunidades de aprendizagem disponíveis. Cada professor pode acessar o banco de dados, adicionar material a ele, arquivar um estudo ou mesmo seu diário, e colocar qualquer outro projeto que queria compartilhar com os outros.
5. Identifique os líderes de suas áreas que possam fornecer conhecimento especializado. Ofereça gratificações por tempo de planejamento e qualquer treinamento que eles possam dar após o expediente. Forneça recursos, tais como, tecnologia para pesquisa e desenvolvimento de cursos que eles elaborem (Workshops). Tenha em mente que para cada hora de um Workshop, são necessárias mais de duas horas de planejamento. Não esqueça de oferecer cursos de atualização avançados para o crescimento profissional desse pessoal. Você pode mesmo identificar alguns estudantes ou parceiros comerciais para participar de sua equipe principal. Você poderá nunca ficar sabendo os tipos de especialistas disponíveis dentre seus funcionários, professores e alunos, se não lhes perguntar.
6. Crie uma lista de oportunidades de aprendizado local, com planos, objetivos e resultados. Realize reuniões de colaboração pelo menos uma vez por semana, onde seus instrutores possam oferecer cursos e instrução. Também, considere horas livres, para o auto desenvolvimento da equipe, tais como; nivelamento profissional, modelagem das aulas, instrução do grupo, participação em grupos de estudo, acompanhamento de outros professores, desenvolvimento curricular, sessões de "Just-in-Time", e previsão de recursos curriculares.
7. Compartilhe uma lista de oportunidades de aprendizagem fora do local de trabalho. Cubra gastos com conferências, Workshops, e providencie substitutos para visitas fora da escola. Outras oportunidades incluem, auxílio leitura e escrita, projetos de pesquisa, qualificação universitária, assinaturas de jornais, acesso a Internet e eMail (correio eletrônico), aprendizagem a distância e vídeo conferência, empréstimos a juros zero para compra de computadores, e vídeos, e software e computadores portáteis para trabalhos de campo.
8. Defina como parte do PAI, um tempo para o nivelamento das turmas, ou reuniões de departamentos, para planejar e fazer avaliações entre o padrão e a tecnologia, desenvolver atividades, projetos e aulas que incluam tecnologia, gerenciamento das estratégias para sala de aula, e instrumentos que permitam avaliar o grau de assimilação e entendimento do estudante. Inclua tempo para debates, exposições e desenvolvimento de materiais. Adicione tempo remunerado nas férias, para as equipes de professores trabalharem em conjunto e desenvolverem projetos curriculares.
9. Nos encontros das equipes, compartilhe os sucessos assim como também os objetivos e expectativas não alcançadas. Divulgue e exalte os projetos bem sucedidos nos Newsletters da escola, notas nos jornais locais, faxes aos pais, no Web site da escola, nas reuniões de pais e do conselho, em vídeo que pode ser consultado em videotecas locais, e até mesmo nas estações de TV a cabo locais.
10. Continue com o planejamento de metas e reavaliando onde você está no momento e onde vai desejar estar. Após iniciar usando tecnologia, as necessidades mudam. Reveja e atualize os PAIS (Planos de Aprendizagem) na base fundamental. Mande os professores criarem portfólios de seus trabalhos e inclua exemplos de trabalhos dos alunos para difusão. Pergunte aos estudantes o que eles estão achando do uso da tecnologia e de que modo isto tem influenciado no seu aprendizado.
Esta é uma empreitada que requer tempo e dinheiro, mas, se você planejar com vontade e usar estas estratégias como uma equipe, isto vai criar um sentimento de "Nós podemos fazer isto!" tantas vezes quantas forem preciso, e sempre.
Gostou????
Agora mãos á obra!!!!
Bom trabalho...
Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania
13:29:02 O que é uma Criança Índigo?
Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida.
Existem vários tipos de Índigos
• Elas vêm ao mundo com um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma.
• Elas têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresas quando os outros não compartilham isso.
• Auto-valorização não é uma grande característica. Elas freqüentemente contam aos pais quem elas são.
• Elas têm dificuldades com autoridade absoluta sem explicações e escolha.
• Elas simplesmente não farão certas coisas; por exemplo, esperarem quietas é difícil para elas.
• Elas se tornam frustradas com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo.
• Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer como questionadores de sistema (inconformistas com qualquer sistema).
• Elas parecem anti-sociais a menos que estejam com outras do mesmo tipo. Se não existem outras crianças com o nível de consciência semelhante em volta, elas freqüentemente se tornam introvertidas, sentindo-se como se ninguém as entendesse. A escola é freqüentemente difícil para elas do ponto de vista social.
• Elas não responderão à pressão por culpa do tipo: "Espere até seu pai chegar e descobrir o que você fez".
• Elas não são tímidas em fazer você perceber o que elas precisam.O termo "Crianças Índigo" vem da cor da aura dessas crianças. Existe uma amiga dos autores, que conheceram em meados dos anos 70, cujo nome é Nancy Ann Tappe. Nancy foi a autora do livro chamado "Entendendo Sua Vida Através da Cor" (Understanding Your Life Through Color). Neste livro estão as primeiras informações sobre o que ela titulou de Crianças Índigo.
Nós estamos vendo uma nova geração de Mestres vindo para nosso planeta e elas são também chamadas de "Crianças Estrela", "Crianças Azuis" e através do trabalho de Nancy, elas são chamadas, a partir de nossa perspectiva, de "Crianças Índigo". Elas são nossa esperança para o futuro. Elas são nossa esperança para o presente.
Tipos de Crianças Índigo
Existem quatro tipos diferentes de Índigos e cada um tem uma proposta:
1. Humanista: Primeiro, existe o Índigo Humanista que vai trabalhar com as massas. Eles serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, como dito anteriormente, e de vez em quando, eles vão dar com a cara nos muros, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. Às vezes, não tocam na maioria destes. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois freqüentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. Certa vez, eu estava em um vôo onde estava uma criança de cerca de 3 anos que estava aprontando. Sua mãe deu-lhe o panfleto de segurança do avião e ele o abriu todo com todas as figuras. Ele permaneceu sentado, muito sério como se estivesse lendo, muito sério e intenso na concentração. Ele estudou o folheto por uns cinco minutos e eu sabia que ele não poderia ler mas ele pensava que ele estava. Este é o típico Índigo Humanista.
2. Conceitual: Os Índigos Conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de Índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como, "Não chegue perto do meu quarto": é exatamente quando os pais precisam se aproximar mais.
3. Artista: Este tipo de Índigo é muito mais sensível e freqüentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. Eles são criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, eles serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos eles podem pegar até 15 diferentes artes criativas - fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos, "Não compre instrumentos, mas alugue". O Índigo Artista pode trabalhar com até 5 instrumentos diferentes e então, quando eles entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização.
4. Interdimensional: O Índigo Interdimensional é muito maior do que os demais Índigos, do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: "Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho". Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.Dicas para reconhecer os Índigos
Os autores listam as seguintes características para ajudar a identificar se sua criança é um Índigo:
• Tem alta sensibilidade //• Tem excessivo montante de energia
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática
• Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final
• Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes.
• Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse
• São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
• Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente.
Boa Pesquisa!!!!!
Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania
13:14:59
criado por montessoritania
13:08:15
DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994).
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
'Miseráveis' são todos que não conseguem falar com Deus.
'A amizade é um amor que nunca morre. '

criado por montessoritania
13:03:49Autismo Infantil
Em 1943, o autismo foi conceituado pela primeira vez por Leo Kanner, como uma doença da linha das psicoses, caracterizada por isolamento extremo, alterações de linguagem representadas pela ausência de finalidade comunicativa, rituais do tipo obsessivo com tendência a mesmice e movimentos estereotipados. Nessa abordagem, a doença tinha suas origens em problemas das primeiras relações afetivas entre mãe e filho, que comprometiam o contato social, idéia extremamente difundida até meados dos anos 70. Hoje, essa doença é definida como um conjunto de sintomas de base orgânica, com implicações neurológicas e genéticas. Atualmente, o autismo é uma área de intenso interesse, em que diferentes estudos se estabelecem e promovem desde alterações conceituais até modificações terapêuticas de fundamental importância
O que é autismo?
O autismo é descrito como uma síndrome comportamental com causas múltiplas, decorrente de um distúrbio de desenvolvimento. É caracterizado por déficit na interação social, ou seja, inabilidade para se relacionar com o outro, usualmente combinado com déficit de linguagem e alterações de comportamento. Os sinais e sintomas aparecem antes dos 3 anos de idade e, em cada 10.000 crianças, de quatro a cinco apresentam a doença, com predomínio em indivíduos do sexo masculino (3:1 ou 4:1).
Quais são as causas do autismo? As causas do autismo são desconhecidas mas diversas doenças neurológicas e/ou genéticas foram descritas com sintomas do autismo. Problemas cromossômicos, gênicos, metabólicos e mesmo doenças transmitidas/adquiridas durante a gestação, durante ou após o parto, podem estar associados diretamente ao autismo. Entre 75 a 80% das crianças autistas apresentam algum grau de retardo mental, que pode estar relacionado aos mais diversos fatores biológicos. Portanto, a evidência de que o autismo tem suas causas em fatores biológicos é indiscutível, fazendo-nos reconsiderar a idéia inicial de ligarmos o quadro de autismo a alterações nas primeiras relações mãe-filho.
Quais são as doenças relacionadas ao autismo?
Podemos listar uma série grande de doenças das mais diferentes ordens envolvidas nos quadros autísticos:
• Infecções pré-natais - rubéola congênita, sífilis congênita, toxoplasmose, citomegaloviroses;
• Hipóxia neo-natal (deficiência de oxigênio no cérebro durante o parto);
• Infecções pós-natais - herpes simplex;
• Déficits sensoriais - dificuldade visual (degeneração de retina) ou diminuição da audição (hipoacusia) intensa;
• Espasmos infantis - Síndrome de West;
• Doenças degenerativas - Doença de Tay-Sachs;
• Doenças gênicas - fenilcetonúria, esclerose tuberosa, neurofibromatose, Síndromes de Cornélia De Lange, Willians, Moebius, Mucopolissacaridoses, Zunich;
• Alterações cromossômicas - Síndrome de Down ou Síndrome do X frágil (a mais importante das doenças genéticas associadas ao autismo), bem como alterações estruturais expressas por deleções, translocações, cromossomas em anel e outras;
• Intoxicações diversas.
Quais são os sinais e sintomas do autismo?
A criança autista prefere o isolamento. O autismo é caracterizado por diversos distúrbios:
• de percepção, como por exemplo dificuldades para entender o que ouve;
• de desenvolvimento, principalmente nas esferas motoras, da linguagem e social;
• de relacionamento social, expresso principalmente através do olhar, da ausência do sorriso social, do movimento antecipatório e do contato físico;
• de fala e de linguagem que variam do mutismo total: à inversão pronominal (utilização do você para referir-se a si próprio), repetição involuntária de palavras ou frases que ouviu (ecocalia); e
• movimento caracterizado por maneirismos e movimentos estereotipados.
Existe tratamento para o autismo?
Hoje, o tratamento do autismo não se prende a uma única terapêutica. O uso de medicamentos, que antes desempenhava um papel de fundamental importância no tratamento (devido à crença da relação do autismo com os quadros psicóticos do adulto), passa a ter a função de apenas aliviar os sintomas do autista para que outras abordagens, como a reabilitação e a educação especial, possam ser adotadas e tenham resultados eficazes.
Quais são os medicamentos utilizados no tratamento do autismo?
As principais drogas que podem ser utilizadas no tratamento são:
• Os neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do austismo. Têm uma resposta geral boa e conseqüente melhoria do aprendizado, embora possa apresentar efeitos colaterais como sedação excessiva, reações distônicas (rigidez mulcular), discinesia (alteração do movimento muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor);
• As anfetaminas, utilizadas na tentativa de diminuir a hiperatividade e melhorar a atenção, mas têm como efeitos colaterais o aparecimento de excitação motora, a irritabilidade e a diminuição do apetite;
• Os Anti-opióides, utilizados no tratamento de dependência a drogas, têm sua ação principalmente em quadros de auto-agressividade. Provoca tranquilização, diminuição da hiperatividade, da impulsividade, da repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido (estereotipias) e da agressividade, causando como efeito colateral a hipoatividade.
A utilização de complexos vitamínicos como a Vitamina B6 associada ao Aspartato de Magnésio, bem como o uso de Ácido Fólico, embora descritos por diversos autores, apresenta aspectos e resultados conflitantes.
Em que consiste a reabilitação da criança autista?
A propostas de reabilitação substituem os modelos psicoterápicos de base analítica das décadas de 50 e 60, quando a doença era considerada uma conseqüência de distúrbio afetivo. Esses modelos de reabilitação podem então ser caracterizados como: •
• Modificação de comportamento;
• Terapia de "Holding";
• Aproximação direta do paciente;
• Comunicação facilitada; •
• Técnicas de integração sensorial; e
• Treino auditivo.
Como é a educação especial para o autista?
Dentre os modelos educacionais para o autista, o mais importante, neste momento, é o método TEACCH, desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte e que tem como postulados básicos de sua filosofia:
• a) propiciar o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do paciente;
• b) funcionalidade (aquisição de habilidades que tenham função prática);
• c) independência (desenvolvimento de capacidades que permitam maior autonomia possível);
• d) integração de prioridades entre família e programa, ou seja, objetivos a serem alcançados devem ser únicos e a estratégias adotadas devem ser uniformes.
Dentro desse modelo, é estabelecido um plano terapêutico individual, onde é definida uma programação diária para a criança autista. O aprendizado parte de objetos concretos e passa gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do paciente.
Boa Pesquisa!!!
Profª Tânia Juliani

criado por montessoritania
12:58:37